DEBATE “CURADORIA NA ERA DOS ALGORITMOS”

Dia: 31/10
Hora: 14:00
Local: Teatro Estação Gasômetro

Serviços de streaming facilitam o consumo e a descoberta de músicas ao oferecer muitas discografias de muitos artistas a um clique e uma conexão de distância. É possível acessar seleções musicais das mais variadas, feitas tanto por humanos e quanto por algoritmos. Mas por mais que a tecnologia venha avançando, uma boa curadoria ainda vem da experiência pessoal. O curador precisa estar imerso naquele universo para compor uma boa programação, ter uma relação afetiva com os artistas e sensibilidade para fazer escolhas coerentes com uma determinada proposta. Para debater a curadoria dos festivais sob essa nova lógica das playlists, vamos reunir alguns dos nomes mais importantes da produção musical do país, como os festivais Popload e Queremos. Como algoritmos e como o gosto popular antecipa tendências? Quais os principais parâmetros atualmente para a contratação de shows e para montar uma programação de festival?

Marcus Preto

Convidado

Marcus Preto é jornalista, cobrindo música brasileira desde 2001. Trabalhou para revistas como "Rolling Stone", "Bravo!", "MTV", "Época", "Trip", "Tpm" e "Simples?". Entre 2009 e 2012, foi crítico e repórter musical do jornal "Folha de S.Paulo". Em 2013 e 2014, escreveu e apresentou o programa de rádio "Com a Boca no Mundo", na Oi FM, dedicado à música brasileira. Desde 2013, ancora o projeto "Trampolim", em que entrevista nomes da MPB diante de plateia.

Pedro Seiler

Convidado

Pedro Seiler é produtor cultural, sócio fundador do Queremos!, que vem trazendo pro Rio e outras cidades do Brasil diversos shows nos ultimos 9 anos, além do Queremos! Festival. Também atua como curador e diretor musical de festivais como Invasão Paraense, Invasão Baiana , Sai da Rede, Rio Occupation (Londres), Open Air, Rider Weekends e do programa Experimente (Multishow). Faz parte do Super Juri do Premio Multishow e da Academia do Grammy Latino.

Pena Schmidt

Convidado

Pena Schmidt pesquisador e produtor musical responsável pela produção de dezenas
de discos clássicos da música brasileira, de Almir Sater, Walter Franco, Titãs, Os Mulheres Negras, Ira!, Ultraje, Benjor, Patife Band e Gueto, entre outros.Também foi fundador da gravadora Tinitus e da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI).Também atuou como superintendente do Auditório Ibirapuera e diretor do Centro Cultural São Paulo (CCSP).

Kamille Viola

Mediadora

Kamille Viola é jornalista, colaboradora de veículos como “UOL”, “O Globo”, “Marie Claire”, e “Trip”.